Author: Kiara Serafini Costa

Os implantes dentários são um método de extrema relevância na odontologia. Atualmente, vários tratamentos ortodônticos tem sido feitos com o uso do mini implante dentário, que fornece um resultado incrível aos pacientes.

No conteúdo de hoje, falaremos sobre os detalhes dessa técnica e dos aspectos que a diferenciam da técnica de implante convencional. Continue a leitura e descubra para que serve o mini implante, em que casos é indicado e quais as vantagens desse sistema, entre outras informações.

Utilizar a tecnologia a seu favor é de suma importância para realizar diagnósticos acurados e tratamentos eficientes.​

​Como alternativa à tradicional radiologia odontológica, a radiografia digital surgiu em 1987, trazendo consigo diversas vantagens, como mais agilidade no processamento do exame, maior precisão nos resultados, mais praticidade para armazenar arquivos — que passaram a ser digitais — e eliminação do uso de filmes radiográficos, resultando em menos custos. Além disso, a radiografia digital proporciona mais segurança ao paciente e ao profissional com a redução de incidência de radiação, já que os sensores digitais são mais sensíveis e demandam uma quantidade menor de raios.​

O uso de produtos piratas na odontologia preocupa desde profissionais da saúde até a Anvisa, e não é para menos: 30% dos implantes dentários no Brasil são feitos com materiais falsificados, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos (Abimo). Sem falar nas lojas que vendem de forma indevida materiais que vão parar nas mãos até de adolescentes, que criam de forma caseira aparelhos ortodônticos.

A cada ano que passa, as tecnologias, tanto para a gestão odontológica quanto para a própria Odontologia, são melhoradas. Manter-se atento não somente a essas novidades, mas também às tendências que estão chamando mais atenção do público, é de grande ajuda para realizar um melhor atendimento e ainda atrair e fidelizar mais pacientes.

As doenças periodontais estão muito difundidas entre a população e um grande número de pessoas são afetadas por este tipo de patologias nalgum período da sua vida. O surgimento destas doenças pode dever-se a fatores genéticos ou a outro tipo de doenças que as potencialize; no entanto, em termos gerais, a sua causa principal é o fator humano: má higiene oral, consumo de produtos como o tabaco ou não realização de revisões periódicas no dentista.

O desenvolvimento da doença periodontal pode provocar a perda de inserção e de osso das peças dentárias. É indispensável que todos os dentistas saibam de que forma esta patologia pode desenvolver-se, pois assim será possível trabalhar na implementação de soluções reais e efetivas para os seus pacientes.

A oclusão dentária é a relação funcional que se estabelece entre os componentes do sistema mastigatório. Este sistema inclui os dentes, as gengivas, o sistema neuromuscular, as articulações temporomandibulares e o esqueleto craniofacial.

Por este motivo, a oclusão é objeto de uma especialidade essencial em odontologia, que visa manter todas as partes do aparelho estomatognático em perfeito estado de saúde. Além disso, o modo como é efetuada a oclusão pode afetar, em maior ou menor medida, funções fisiológicas necessárias, como comer ou falar.

A anestesia tem a função de bloquear, de forma reversível, a geração e a liberação do impulso nervoso, evitando a dor e, ao mesmo tempo, mantendo o indivíduo consciente e seguro.

Dentro da odontologia, a benzocaína é o anestésico mais comum. Esse fármaco, juntamente com a Lidocaína, é um dos anestésicos locais mais usados pelos cirurgiões-dentistas. Continue a leitura e saiba mais sobre o uso da benzocaína na odontologia, suas variações, contraindicações e muito mais.